Como a Nike venceu a #Copa2018

No campo, via França, e no marketing, a a Copa do Mundo FIFA 2018 foi a Copa da Nike. Abaixo, mostramos como a marca do swoosh faturou, de ponta a ponta, o torneio, que conta com o patrocínio da sua arquirrival de mercado — a adidas.

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ELIMINANDO
A CONCORRÊNCIA.

No início da Copa do Mundo FIFA 2018, a adidas contava com 12 seleções contra dez da Nike. Uma relação que se inverteu em campo: da fase de grupos às semifinais, as equipes da swoosh eliminaram as da concorrente em quase todas as oportunidades que tiveram — exceções feita à Argentina, que se classificou às oitavas num confronto direto com a Nigéria; ao Japão, que avançou no Grupo H apesar de perder na última rodada para a Polônia; e à Bélgica, que chegou à semifinal contra o Brasil e garantiu o terceiro lugar contra a Inglaterra.

Entre as derrotas mais pesadas que as seleções da Nike impuseram às da adidas, destacamos:

– Coreia do Sul 2×0 Alemanha (eliminação da principal seleção do portfólio das três listras, então atual campeã, na fase de grupos);

– Brasil 2×0 México (eliminação da principal vendedora de camisas LATAM, nas oitavas de final);

– França 4×3 Argentina (eliminação da maior seleção sul-americana e de Lionel Messi, embaixador global da marca, nas oitavas de final);

– Colômbia (3)1×1(4) Inglaterra (eliminação da segunda maior seleção sul-americana e de James Rodrígues, destacado embaixador mundial da marca, nas oitavas de final); e

– Rússia (3)2×2(4) Croácia (eliminação da seleção anfitriã, nas quartas de final).

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FINAL EXCLUSIVA…

Se em 2014 a final foi 100% adidas — Alemanha x Argentina —, em 2018 só deu Nike: França x Croácia. Um fato inédito, que garantiu a segunda estrela para a swoosh (a primeira veio com o Brasil, em 2002) e, por si só, já mereceria grandes comemorações. Mas ficou melhor.

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… COM A SELEÇÃO
MAIS VALIOSA CAMPEÃ.

Entre bleus e croatas, era central para a Nike que os primeiros ficassem — como, de fato, ficaram — com a taça da Copa do Mundo FIFA 2018.

Além de ser uma seleção de alcance global (porque a Croácia, apesar de todo o respeito e admiração que conquistou, é apenas emergente e representa um mercado muito menor), a França também é a seleção mais valiosa do portfólio da swoosh, e, na ausência da Alemanha, a mais valorizada no geral.

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“FÉ NO PÉ”.

65% dos atletas das 32 seleções participantes da Copa do Mundo FIFA 2018 calçaram chuteiras da Nike, superando os 53% da edição 2014 (no Brasil) e os 44% do Mundial 2010 (na África do Sul).

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PRÊMIOS INDIVIDUAIS
DE DESTAQUE…

Harry Kane, da Inglaterra (também seleção da Nike), foi o artilheiro da Copa do Mundo FIFA 2018 calçando Hypervenom. Luka Modric, da Croácia, saiu como craque do Mundial por tudo que fez com suas boots Mercurial — mesmo modelo que voou baixo nos pés de uma jovem revelação francesa.

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… E O FATOR MBAPPÉ.

Foi a Copa do Mundo FIFA de Mbappé. Campeão aos 19 anos — apenas dois a mais do que “um certo Pelé” tinha em 1958, no primeiro título do Brasil — e escolhido como revelação do torneio (mas já não o conheciam dos títulos com Monaco e PSG?), o craque ainda serviu, guardadas as devidas proporções, como uma espécie de “imagem substituta” da Nike após a saída de CR7 do torneio, nas oitavas de final. Nessa mesma etapa, Mbappé atropelou duplamente a adidas — Argentina e Messi —, ganhando flashes e manchetes mundiais que não devem parar tão cedo. Estrela global em ascensão.

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Imagens: Divulgação.

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Category: CamisasCampoChuteirasFutebol MarketingMercado

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