Manchester United entra no futebol feminino profissional

De acordo com a edição 2016-17 do relatório “Women’s Football Across the National Associations”, da UEFA, a Inglaterra está no seleto grupo de seis países (os demais são França, Alemanha, Holanda, Noruega e Suécia) com mais de 100 mil jogadoras atuantes. E a fatia no Manchester United nisso beirava o zero. Beirava.

Nesta segunda-feira (28), o clube anunciou sua entrada na FA Women’s Championship, a Segundona da reformulada Womens Super League-WSL — o “Inglesão” feminino —, já na temporada 2018-19. A casa das red devils será o antigo CT “The Cliff”, em Salford, na Grande Manchester, e alguns jogos serão transmitidos via MUTV. As adversárias? Aston Villa, Doncaster Rovers, Durham, London Bees, Millwall Lionesses, Sheffield FC, Tottenham, Charlton Athletic, Leicester City, Lewes FC e Sheffield United. (O dérbi contra o Manchester City, e outros confrontos de impacto, contra Chelsea e Arsenal, podem acontecer na FA Cup.)

O United, assim, retoma um trabalho interrompido em 2005, e que continuou “apenas” na base, principalmente através da Manchester United Foundation — o seu braço de grassroots football e terceiro setor. Nós, claro, torcemos para que a iniciativa dê certo e, como tudo que faz o clube, gere influência — em especial no Brasil, onde o #futfem ainda precisa de muito para deslanchar.

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Thiago Zanetin tem 32 anos e é redator publicitário na Concêntrica Comunicação e Conteúdo. Fanático seguidor do Hellas Verona, sonha com o dia em que as verdadeiras cores gialloblù da cidade voltarão a brilhar na elite da Itália.

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Imagens: Divulgação.

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